sexta-feira, 27 de maio de 2011
Os dias passam e eu continuo a olhar para o meu Corsair. Quero dizer, meu's Corsair's. Um que fiz e outro que ganhei. Os dois possuem a mesma essência, mas lembranças e significados diferentes. O primeiro me lembra noites. A princípio noites longas, depois curtas, e hoje inexistentes. Noites de tentativas de discussões que sempre resultavam em risos, noite de rostos rosados alternados a cada tempo, choro e realidades sendo trazidas para a dura realidade, pinceladas de elogios, música particular, Amor. Noites que me davam fôlego para enfrentar o próximo dia. O segundo me lembra um fim de tarde seguido de uma noite. Significa a explosão do primeiro Corsair. Tudo que foi acumulado no primeiro começou a ser liberado no segundo. Começou. Será que terminou naquela noite ou apenas começou? Tempo, me responda, por favor. Independente disso, o que foi me marcou. Foi um dado momento de certa loucura, mas prazeroso. É algo que não posso descrever, não há palavras que transmitam os reais sentimentos envolvidos. Só posso seguir um conselho que sempre ouvia durante o primeiro Corsair: apenas sinta. Continuo sentindo o segundo Corsair até hoje, e que saudade. Saudade.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
"Um dia me perguntaram se essa de gostar cada dia mais de uma pessoa é algo bom ou ruim. Pois então. Responder isso seria algo totalmente complexo e paradoxal. Como dizer que algo que te faz extremamente feliz e leve é ruim? Mas ao mesmo tempo como dizer que algo que te faz sentir meia parte e te deixa magoado de saudades é bom? Não te digo que possa ser classificado como bom ou ruim. Circunstâncias mudam e perplexam tudo ao nosso redor. Digamos que seja ambos. É simplesmente ótimo gostar tanto assim de você. Mas é terrivelmente confuso não saber o que pensar. Mas enfim, muito disso não é explicável, apenas sentido. E nessas palavras que o vento leva, ficam apenas o que o coração entende."
O chato =)
O chato =)
domingo, 1 de maio de 2011
Quando experimentamos algo com alguém, temos medo de não termos, no mínimo, o mesmo com outro. Entretanto, neste mundo, não temos escolha. Sempre conheceremos inúmeras maneiras pra um dado fato, sentimento, fala ou seja o que for. Caso contrário, não seremos pessoas vividas. A experiência, o erro e o acerto é o que nos forma. O erro pode bater à porta de qualquer um, e ele gosta de bater principalmente na casa daqueles que se julgam fortes o suficiente para evitá-lo. Muitas vezes o erro mora em nossa impaciência. Não sabemos esperar e, por isso, perdemos a chance de que coisas maravilhosas aconteçam em nossas vidas. Mas voltando a "vaca fria", teremos que impor pra nós mesmos que algumas coisas sempre serão melhores que outras. Coisas, pessoas, momentos. Por mais que devamos deixar, em vários momentos, nosso coração falar mais alto, a razão também precisa do seu espaço, afinal, ela nos mostra a dura realidade, a qual tentamos nos esquivar a cada segundo. Sabemos o que é certo e é buscando isso que devemos continuar a traçar nosso caminho. Em nosso âmago, nos lembraremos sempre do que foi o melhor e hoje não temos mais, mas uma consciência leve valerá muito mais. Tem que valer.
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