sexta-feira, 27 de maio de 2011

Os dias passam e eu continuo a olhar para o meu Corsair. Quero dizer, meu's Corsair's. Um que fiz e outro que ganhei. Os dois possuem a mesma essência, mas lembranças e significados diferentes. O primeiro me lembra noites. A princípio noites longas, depois curtas, e hoje inexistentes. Noites de tentativas de discussões que sempre resultavam em risos, noite de rostos rosados alternados a cada tempo, choro e realidades sendo trazidas para a dura realidade, pinceladas de elogios, música particular, Amor. Noites que me davam fôlego para enfrentar o próximo dia. O segundo me lembra um fim de tarde seguido de uma noite. Significa a explosão do primeiro Corsair. Tudo que foi acumulado no primeiro começou a ser liberado no segundo. Começou. Será que terminou naquela noite ou apenas começou? Tempo, me responda, por favor. Independente disso, o que foi me marcou. Foi um dado momento de certa loucura, mas prazeroso. É algo que não posso descrever, não há palavras que transmitam os reais sentimentos envolvidos. Só posso seguir um conselho que sempre ouvia durante o primeiro Corsair: apenas sinta. Continuo sentindo o segundo Corsair até hoje, e que saudade. Saudade.




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